O que José de Freitas compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de José de Freitas compraram US$ 34,7 mil de outros países. É 6% a mais do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 32,8 mil.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 29 cidades de Piauí que importaram, José de Freitas ficou em 19º lugar. No Brasil, em 2.104º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Sangue humano; sangue animal preparado para usos terapêuticos…0 toneladasUS$ 34,7 mil100%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1IrlandaUS$ 34,7 mil100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2022US$ 2,12 milhões
- 2024US$ 83,9 mil
- 2025US$ 32,8 mil
- 2026 (até setembro)US$ 34,7 mil
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de José de Freitas
Quanto José de Freitas importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em José de Freitas (PI) compraram US$ 34,7 mil de outros países: 1 produto, de 1 país.
O que José de Freitas mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Sangue humano; sangue animal preparado para usos terapêuticos… (100%).
De quais países José de Freitas mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram Irlanda (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.